
Acorda, Menina! É Hora de Agir
Um romance urbano, intenso e emocionalmente viciante, sobre uma mulher que cai, levanta, retoca a maquiagem e continua.
Comprar na AmazonSobre o livro
Com humor ácido, escrita afiada e uma protagonista impossível de ignorar, Acorda, Menina! É Hora de Agir acompanha uma jornada urgente sobre trabalho, dignidade, pertencimento e sobrevivência.
Cris é uma mulher negra e trans da periferia de Brasília. Após o adoecimento do pai, torna-se a única responsável pelo sustento da casa — e, quando seu emprego é ameaçado por uma série de queixas contra ela, decide sair em um domingo sufocante e não voltar até resolver tudo.
De porta em porta, Cris atravessa a cidade em busca de colegas, ex-amigos e desafetos, tentando convencê-los a retirar as reclamações que podem salvar seu emprego. Mas cada encontro abre uma nova ferida: humilhações, culpa, desejo, chantagem, afeto inesperado e memórias que ela preferia manter enterradas.
À medida que a noite avança, a missão deixa de ser apenas sobre manter um trabalho. Cris precisa encarar as pessoas que a feriram, as dores que causou e a pergunta que a acompanha há tempo demais: o que sobra quando a aprovação dos outros deixa de ser uma condição para existir?
O que os leitores estão dizendo
“Com certeza, Cris entrará para a lista das mulheres mais memoráveis da literatura contemporânea.”
— Sarah Schmorantz
“Um livro que a gente não consegue deixar de lado enquanto não descobre como termina. E se preparem, porque o final é emocionante! Super indico a leitura!”
— Juliana Santos
“O livro mostra como a necessidade de sermos aceitos na sociedade mexe com nosso psicológico, e ao nível que pode chegar, pensarmos que não somos nada se não tivermos a aprovação dos outros.”
— Cliente Kindle
Sobre o autor
Max Lobo é o autor por trás do Afro Cultura, blog dedicado a explorar a história, a cultura e a representatividade afro-brasileira. Acorda, Menina! É Hora de Agir nasce da mesma inquietação que move o blog: contar histórias de personagens negros com profundidade, contradição e humanidade — sem didatismo e sem estereótipo.